Da Página do MST
A Ong Contas Abertas acaba de divulgar o balanço das execuções do orçamento referentes aos investimentos do governo federal em 2011.
Entre janeiro e julho, o Ministério do Desenvolvimento Agrário executou apenas R$ 256 milhões, o que representa 24,5% do total previsto para o ano.
Ou seja, mais da metade do ano já passou e os gastos do MDA não passaram de 1/4 do orçamento disponível.
Os investimentos realizados caíram 27% em relação ao mesmo período em 2010, quando o investimento foi de R$ 351 milhões.
Um levantamento inédito produzido a pedido de CartaCapital pelo Instituto Socioeconômico (Inesc), especializado no tema, revelou também que os gastos efetivos com distribuição de terra declinaram no segundo mandato do governo Lula – e continuam a cair nos primeiros meses de Dilma Rousseff.
Postado por: Noticia do Campo.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Programa de Microcrédito garante desenvolvimento de pequenos empreendedores
Criado em 1998, o Crediamigo, Programa de Microcrédito Produtivo Orientado do Banco do Nordeste, tornou-se uma das principais ferramentas de desenvolvimento dos pequenos empreendedores informais de todo o estado, especialmente no Vale do Apodi.
O Programa atua no acesso ao crédito, de forma desburocratizada e com sistema de aval solidário, metodologia que consiste na formação de grupos de empreendedores, onde os clientes obtêm financiamentos e assumem responsabilidade conjunta no pagamento das prestações. Com empréstimos que variam de R$ 100 a R$ 10 mil, esse formato consolidou o Crediamigo como o maior programa de microcrédito produtivo orientado da América Latina.
No Rio Grande do Norte, somente em 2010, o Banco aplicou, por meio desse Programa, mais de R$ 122 milhões, em quase 88 mil operações de crédito. Os clientes empregam os recursos em investimentos na melhoria dos seus empreendimentos, bem como formação de estoques e capital de giro. O Programa também contempla o crédito para aquisição de máquinas, equipamentos, instalações e pequenas reformas.
A região do Vale do Apodi tem se destacado na obtenção de empréstimos junto ao Crediamigo. Até o final de junho, já se contabilizada mais de 3,6 mil clientes, com recursos da ordem de R$ 3,5 milhões. A cada ano, o desempenho da Unidade tem melhorado, e já acumula, no último triênio, cerca de R$ 17,5 milhões, com 18 mil empréstimos realizados. A agência do Crediamigo em Apodi também atua nos municípios de Caraúbas, Felipe Guerra, Itaú, Olho d'água dos Borges, Patú, Rafael Godeiro, Rodolfo Fernandes e Severiano Melo.
Uma dessas clientes é a cabeleireira Patrícia Oliveira, do município de Apodi. Proprietária de um salão de beleza, ela conta com quatro funcionários e vê seu negócio em pleno crescimento. "Sou cliente do Crediamigo há vários anos, e fiz meu primeiro contrato para a renovação das minhas ferramentas de trabalho.
Logo depois, ampliei minha variedade de produtos para a prestação de serviços e revenda. O crédito foi de extrema importância para o desenvolvimento do negócio. Sem ele, meu salão não seria tão bem estruturado, como está hoje", afirma.
Como forma de reconhecer o trabalho e a história de sucesso de tantos microempreendedores, o Banco do Nordeste instituiu o Prêmio BNB de Microcrédito, que valoriza clientes de destaque do Programa em cada estado. No Rio Grande do Norte, foram contemplados, em junho passado, três pessoas nas categorias Subsistência, Acumulação Simples e Acumulação Ampliada. Eles receberam troféu e premiação em dinheiro.
De acordo com Liliana Fernandes, gerente estadual do Crediamigo, o Programa tem crescido em todo o estado, pois se consolidou como uma importante estratégia de crescimento dos pequenos negócios. "É muito bom ver clientes que antes trabalhavam sozinhos, agora dando oportunidades de trabalho e renda em suas cidades".
Postado: Jornal O Vale do Apodi.
O Programa atua no acesso ao crédito, de forma desburocratizada e com sistema de aval solidário, metodologia que consiste na formação de grupos de empreendedores, onde os clientes obtêm financiamentos e assumem responsabilidade conjunta no pagamento das prestações. Com empréstimos que variam de R$ 100 a R$ 10 mil, esse formato consolidou o Crediamigo como o maior programa de microcrédito produtivo orientado da América Latina.
No Rio Grande do Norte, somente em 2010, o Banco aplicou, por meio desse Programa, mais de R$ 122 milhões, em quase 88 mil operações de crédito. Os clientes empregam os recursos em investimentos na melhoria dos seus empreendimentos, bem como formação de estoques e capital de giro. O Programa também contempla o crédito para aquisição de máquinas, equipamentos, instalações e pequenas reformas.
A região do Vale do Apodi tem se destacado na obtenção de empréstimos junto ao Crediamigo. Até o final de junho, já se contabilizada mais de 3,6 mil clientes, com recursos da ordem de R$ 3,5 milhões. A cada ano, o desempenho da Unidade tem melhorado, e já acumula, no último triênio, cerca de R$ 17,5 milhões, com 18 mil empréstimos realizados. A agência do Crediamigo em Apodi também atua nos municípios de Caraúbas, Felipe Guerra, Itaú, Olho d'água dos Borges, Patú, Rafael Godeiro, Rodolfo Fernandes e Severiano Melo.
Uma dessas clientes é a cabeleireira Patrícia Oliveira, do município de Apodi. Proprietária de um salão de beleza, ela conta com quatro funcionários e vê seu negócio em pleno crescimento. "Sou cliente do Crediamigo há vários anos, e fiz meu primeiro contrato para a renovação das minhas ferramentas de trabalho.
Logo depois, ampliei minha variedade de produtos para a prestação de serviços e revenda. O crédito foi de extrema importância para o desenvolvimento do negócio. Sem ele, meu salão não seria tão bem estruturado, como está hoje", afirma.
Como forma de reconhecer o trabalho e a história de sucesso de tantos microempreendedores, o Banco do Nordeste instituiu o Prêmio BNB de Microcrédito, que valoriza clientes de destaque do Programa em cada estado. No Rio Grande do Norte, foram contemplados, em junho passado, três pessoas nas categorias Subsistência, Acumulação Simples e Acumulação Ampliada. Eles receberam troféu e premiação em dinheiro.
De acordo com Liliana Fernandes, gerente estadual do Crediamigo, o Programa tem crescido em todo o estado, pois se consolidou como uma importante estratégia de crescimento dos pequenos negócios. "É muito bom ver clientes que antes trabalhavam sozinhos, agora dando oportunidades de trabalho e renda em suas cidades".
Postado: Jornal O Vale do Apodi.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Governo cancela mais de 89 mil registros de pesca por suspeita de irregularidades
Ação desenvolvida pelos ministérios do Trabalho e Emprego e Pesca e Aqicultura negou pedidos de seguro-desemprego
Mais de 89 mil registros gerais de pesca foram cancelados por suspeita de irregularidades. Esse é o resultado de uma ação desenvolvida pelos ministérios do Trabalho e Emprego e Pesca e Aquicultura.
O registro permite o pagamento do seguro-desemprego aos pescadores artesanais. O benefício é pago às pessoas que vivem apenas da pesca e não podem desenvolvê-la durante o período do defeso, quando a atividade é proibida.
O cancelamento foi possível por meio do cruzamento dos bancos de dados das duas pastas. Houve a comprovação de diversas inconsistências e suspeita de fraudes, o que impossibilitou o pagamento do seguro-desemprego aos requerentes.
Pela lei, o pescador artesanal que pede o seguro-desemprego não pode ter vínculo empregatício nem receber, por exemplo, benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Somente no Pará, onde começaram a ser verificados os registros, cerca de 40% dos benefícios pedidos por pescadores foram cancelados por suspeita de irregularidades. Esse foi o Estado com maior número de cancelamentos.
O Ministério do Trabalho informou ainda que continuará fazendo a análise dos benefícios do seguro-desemprego para os pescadores artesanais para evitar irregularidades.
Imagem: Google imagens
Fonte: Canal Rural
Postado: Emater Felipe Guerra/Rn
Mais de 89 mil registros gerais de pesca foram cancelados por suspeita de irregularidades. Esse é o resultado de uma ação desenvolvida pelos ministérios do Trabalho e Emprego e Pesca e Aquicultura.
O registro permite o pagamento do seguro-desemprego aos pescadores artesanais. O benefício é pago às pessoas que vivem apenas da pesca e não podem desenvolvê-la durante o período do defeso, quando a atividade é proibida.
O cancelamento foi possível por meio do cruzamento dos bancos de dados das duas pastas. Houve a comprovação de diversas inconsistências e suspeita de fraudes, o que impossibilitou o pagamento do seguro-desemprego aos requerentes.
Pela lei, o pescador artesanal que pede o seguro-desemprego não pode ter vínculo empregatício nem receber, por exemplo, benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Somente no Pará, onde começaram a ser verificados os registros, cerca de 40% dos benefícios pedidos por pescadores foram cancelados por suspeita de irregularidades. Esse foi o Estado com maior número de cancelamentos.
O Ministério do Trabalho informou ainda que continuará fazendo a análise dos benefícios do seguro-desemprego para os pescadores artesanais para evitar irregularidades.
Imagem: Google imagens
Fonte: Canal Rural
Postado: Emater Felipe Guerra/Rn
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Produção de milho transgênico já corresponde a mais da metade
Por Gerson Freitas Jr.
Do Valor Econômico
Matéria extraída do Site do MST.
A adoção do milho transgênico pelos agricultores no Brasil avança em ritmo surpreendente. Apenas quatro anos desde a sua liberação pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), as sementes geneticamente modificadas deverão ocupar aproximadamente dois terços da área destinada à cultura na safra 2011/12.
Ao todo, somando-se os plantios de verão e inverno, mais de 9,1 milhões de hectares deverão ser plantados com milho transgênico, uma expansão de 21,4% em relação à temporada passada.
Já na safra de verão, que começa a ser cultivada nas próximas semanas, cerca de 54% das lavouras de milho deverão serão transgênicas, em comparação aos 44,5% no ano passado. Na de inverno, cujo plantio acontece no primeiro trimestre de 2012, o índice pode chegar a 80,4%, ante 74,9% na última temporada.
Os números constam em um levantamento realizado pela consultoria mineira Céleres, obtido com exclusividade pelo Valor, sobre a adoção da biotecnologia no Brasil. De acordo com a pesquisa, que leva em conta as estimativas de oferta por parte da indústria de sementes e expectativa de demanda por parte dos produtores rurais, os transgênicos deverão responder por mais de 70% das vendas de sementes neste biênio.
A CTNBio, órgão responsável pela liberação da pesquisa e comercialização de transgênicos no país, já liberou 16 variedades de milho geneticamente modificados - cinco delas, nos últimos 12 meses. Para a nova safra, prevê a Céleres, 32% da safra será resistente a pragas, como a lagarta do cartucho, 4,9% terá tolerância ao uso de herbicidas e 17,2% combinará essas duas características.
De acordo com o diretor da Céleres, Anderson Galvão, a tendência é que os transgênicos respondam por aproximadamente 77% da área de milho nos próximos anos. "Esta é a área nas mãos dos agricultores mais tecnificados, que produzem com uso de tecnologia", explica. Segundo o especialista, cerca de 23% da área de milho no Brasil ainda é cultivada sem qualquer investimento ou assistência técnica, com prejuízos significativos à produtividade das lavouras.
No mercado de sementes certificadas, contudo, o domínio dos transgênicos deve ser absoluto. A Pioneer, líder no segmento, estima que entre 85% e 90% das vendas para a próxima safra serão de híbridos transgênicos. "A demanda dos produtores por essa tecnologia tem sido muito grande, a área plantada com milho deverá se recuperar e o produtor está muito capitalizado", afirma Roberto Rissi, diretor executivo da companhia.
Segundo ele, as vendas de sementes de milho deverão crescer 30% nesta temporada.
Ainda segundo o levantamento da Céleres, a área ocupada com lavouras transgênicas de soja deverá crescer 13,4% e atingir 82,7% do total, ante 76,1% na temporada 2010/11. No algodão, o índice de transgenia deverá ser de 39%, ante 26,7% em 2010/11. Segundo Galvão, a adoção da soja transgênica evolui em um ritmo mais lento que a do milho devido à dificuldade em se fazer pesquisa durante os anos em que a tecnologia era proibida no Brasil. Embora seja cultivada desde os anos 90, a soja geneticamente modificada só foi liberada no Brasil em 2005.
"Até então, muitos produtores usavam variedades que foram desenvolvidas para as condições de clima e solo da Argentina, o que comprometia a produtividade. Nos últimos anos, as empresas puderam combinar a transgenia com variedades mais adaptadas às nossas condições", explica.
O Brasil é o segundo maior produtor mundial de transgênicos, atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo a ISAAA, o país plantou 25,4 milhões de hectares com transgênicos na temporada 2010/11. Para a próxima safra, estima a Céleres, a área chegará a 30,4 milhões de hectares.
Postado por Equipe de Comunicação
Do Valor Econômico
Matéria extraída do Site do MST.
A adoção do milho transgênico pelos agricultores no Brasil avança em ritmo surpreendente. Apenas quatro anos desde a sua liberação pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), as sementes geneticamente modificadas deverão ocupar aproximadamente dois terços da área destinada à cultura na safra 2011/12.
Ao todo, somando-se os plantios de verão e inverno, mais de 9,1 milhões de hectares deverão ser plantados com milho transgênico, uma expansão de 21,4% em relação à temporada passada.
Já na safra de verão, que começa a ser cultivada nas próximas semanas, cerca de 54% das lavouras de milho deverão serão transgênicas, em comparação aos 44,5% no ano passado. Na de inverno, cujo plantio acontece no primeiro trimestre de 2012, o índice pode chegar a 80,4%, ante 74,9% na última temporada.
Os números constam em um levantamento realizado pela consultoria mineira Céleres, obtido com exclusividade pelo Valor, sobre a adoção da biotecnologia no Brasil. De acordo com a pesquisa, que leva em conta as estimativas de oferta por parte da indústria de sementes e expectativa de demanda por parte dos produtores rurais, os transgênicos deverão responder por mais de 70% das vendas de sementes neste biênio.
A CTNBio, órgão responsável pela liberação da pesquisa e comercialização de transgênicos no país, já liberou 16 variedades de milho geneticamente modificados - cinco delas, nos últimos 12 meses. Para a nova safra, prevê a Céleres, 32% da safra será resistente a pragas, como a lagarta do cartucho, 4,9% terá tolerância ao uso de herbicidas e 17,2% combinará essas duas características.
De acordo com o diretor da Céleres, Anderson Galvão, a tendência é que os transgênicos respondam por aproximadamente 77% da área de milho nos próximos anos. "Esta é a área nas mãos dos agricultores mais tecnificados, que produzem com uso de tecnologia", explica. Segundo o especialista, cerca de 23% da área de milho no Brasil ainda é cultivada sem qualquer investimento ou assistência técnica, com prejuízos significativos à produtividade das lavouras.
No mercado de sementes certificadas, contudo, o domínio dos transgênicos deve ser absoluto. A Pioneer, líder no segmento, estima que entre 85% e 90% das vendas para a próxima safra serão de híbridos transgênicos. "A demanda dos produtores por essa tecnologia tem sido muito grande, a área plantada com milho deverá se recuperar e o produtor está muito capitalizado", afirma Roberto Rissi, diretor executivo da companhia.
Segundo ele, as vendas de sementes de milho deverão crescer 30% nesta temporada.
Ainda segundo o levantamento da Céleres, a área ocupada com lavouras transgênicas de soja deverá crescer 13,4% e atingir 82,7% do total, ante 76,1% na temporada 2010/11. No algodão, o índice de transgenia deverá ser de 39%, ante 26,7% em 2010/11. Segundo Galvão, a adoção da soja transgênica evolui em um ritmo mais lento que a do milho devido à dificuldade em se fazer pesquisa durante os anos em que a tecnologia era proibida no Brasil. Embora seja cultivada desde os anos 90, a soja geneticamente modificada só foi liberada no Brasil em 2005.
"Até então, muitos produtores usavam variedades que foram desenvolvidas para as condições de clima e solo da Argentina, o que comprometia a produtividade. Nos últimos anos, as empresas puderam combinar a transgenia com variedades mais adaptadas às nossas condições", explica.
O Brasil é o segundo maior produtor mundial de transgênicos, atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo a ISAAA, o país plantou 25,4 milhões de hectares com transgênicos na temporada 2010/11. Para a próxima safra, estima a Céleres, a área chegará a 30,4 milhões de hectares.
Postado por Equipe de Comunicação
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
PRONAF Mulher
Atenção agricultora familiar!
A partir desta safra, os juros para financiamento do Pronaf Mulher entre R$ 10 mil e R$ 50 mil foram reduzidos para 2% ao ano. Para financiamentos de até R$ 10 mil, os juros continuam em apenas 1% ao ano.
Com os recursos do Pronaf Mulher, as agricultoras familiares de todo o Brasil podem investir em projetos de produção agrícola e não agrícola e melhorar a renda da família.
Para saber mais, procure a EMATER- da sua cidade, ou o agente financeiro, ou o seu sindicato.
Aproveite este benefício e ajude o Brasil a produzir mais alimentos.
FONTE: Ministério do Desenvolvimento Agrário – Governo Federal, País rico é país sem pobreza.
IMAGEM: Extraida da Internet.
Cada brasileiro consome em média 5,2 litros de veneno por ano
Cada brasileiro consome em média 5,2 litros de veneno por ano.
Até quando vamos engolir isso?
Brasil mais de um milhão de toneladas de veneno foram jogados nas lavouras em 2009.
São sete bilhões de dólares utilizados em compra de agrotóxicos no país, e a venda é controlada por apenas seis empresas transnacionais, as quais respondem por 80% do mercado internacional.
A utilização excessiva dos agrotóxicos está diretamente ligada à política agrícola adotada, um modelo explorador que impulsionou o aumento da produção de forma dependente de pacotes agroquímicos, adubos, sementes transgênicas e venenos.
A utilização dos agrotóxicos na agricultura contamina o ar, os rios, os açudes, as terras cultiváveis e, de forma direta, boa parte dos alimentos consumidos pela população.
Dessa maneira, a contaminação passa a ser um problema de saúde pública e de preservação do meio ambiente. É preciso denunciar que o uso dos agrotóxicos afeta as pessoas do campo e da cidade, contaminando não apenas os agricultores que os produzem, como também quem os consome.
Na Paraíba não é diferente! O veneno está presente nos canaviais, nas plantações de fumo e de frutas e hortaliças consumidas in natura. A ingestão de alimentos contaminados por agrotóxicos pode causar vários tipos de câncer, anomalias, mutação nos fetos, aborto e mortes de pessoas e animais.
Em contraposição a esse modelo, aqui no estado uma grande quantidade de famílias camponesas têm consolidado sistemas de produção e distribuição agroecológicos, que utilizam, por exemplo, defensivos naturais, redes de feiras livres e bancos de sementes da paixão.
Dessa forma, torna-se necessário unir campo e cidade no combate incessante da aplicação de veneno. Junte-se a essa campanha. O combate aos agrotóxicos é um dever de todo o povo que luta pela defesa da vida.
Por uma vida saudável, não consuma agrotóxicos!
Postado: Fórum de Combate ao Agrotóxico
Até quando vamos engolir isso?
Brasil mais de um milhão de toneladas de veneno foram jogados nas lavouras em 2009.
São sete bilhões de dólares utilizados em compra de agrotóxicos no país, e a venda é controlada por apenas seis empresas transnacionais, as quais respondem por 80% do mercado internacional.
A utilização excessiva dos agrotóxicos está diretamente ligada à política agrícola adotada, um modelo explorador que impulsionou o aumento da produção de forma dependente de pacotes agroquímicos, adubos, sementes transgênicas e venenos.
A utilização dos agrotóxicos na agricultura contamina o ar, os rios, os açudes, as terras cultiváveis e, de forma direta, boa parte dos alimentos consumidos pela população.
Dessa maneira, a contaminação passa a ser um problema de saúde pública e de preservação do meio ambiente. É preciso denunciar que o uso dos agrotóxicos afeta as pessoas do campo e da cidade, contaminando não apenas os agricultores que os produzem, como também quem os consome.
Na Paraíba não é diferente! O veneno está presente nos canaviais, nas plantações de fumo e de frutas e hortaliças consumidas in natura. A ingestão de alimentos contaminados por agrotóxicos pode causar vários tipos de câncer, anomalias, mutação nos fetos, aborto e mortes de pessoas e animais.
Em contraposição a esse modelo, aqui no estado uma grande quantidade de famílias camponesas têm consolidado sistemas de produção e distribuição agroecológicos, que utilizam, por exemplo, defensivos naturais, redes de feiras livres e bancos de sementes da paixão.
Dessa forma, torna-se necessário unir campo e cidade no combate incessante da aplicação de veneno. Junte-se a essa campanha. O combate aos agrotóxicos é um dever de todo o povo que luta pela defesa da vida.
Por uma vida saudável, não consuma agrotóxicos!
Postado: Fórum de Combate ao Agrotóxico
Marcha das Margaridas 2011
O QUE É A MARCHA DAS MARGARIDAS
É uma ação estratégica das mulheres do campo e da floresta para conquistar visibilidade, reconhecimento social e político e cidadania plena.
A Marcha das Margaridas se consolidou na luta contra a fome, a pobreza e a violência sexista e sua agenda política de 2011 tem como lema desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade.
Coordenada pelo Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais composto pela Confederação Nacional de Trabalhadores na Agricultura – Contag, por 27 Federações – Fetag’s e mais de 4000 sindicatos, sua realização conta com ampla parceria.
Em 2011, as mulheres trabalhadoras rurais, mais uma vez, estarão nas ruas, em movimento, para protestar contra as desigualdades sociais; denunciar todas as formas de violência, exploração e dominação e avançar na construção da igualdade para as mulheres.
Junte-se a nós. Assuma o compromisso com a luta da Marcha das Margaridas de 201. Venha marchar por desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade para todas as mulheres.
Marcha das Margaridas
A maior mobilização de mulheres trabalhadoras rurais do campo e da floresta do Brasil tem esse nome, como uma forma de homenagear a trabalhadora rural e líder sindical Margarida Maria Alves.
Margarida Alves é um grande símbolo da luta das mulheres por terra, trabalho, igualdade, justiça e dignidade. Rompeu com padrões tradicionais de gênero ao ocupar por 12 anos a presidência do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Alagoa Grande, estado da Paraíba. À frente do sindicato fundou o Centro de Educação e Cultura do Trabalhador Rural. A sua trajetória sindical foi marcada pela luta contra a exploração, pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, contra o analfabetismo e pela reforma agrária. Margarida Alves foi brutalmente assassinada pelos usineiros da Paraíba em 12 de agosto de 1983.
A comissão Municipal de Mulheres Trabalhadoras Rurais de Felipe Guerra, ira mandar Quatro Mulheres para participar da Marcha das Margaridas que acontecerá em Brasília nos dias 16 e 17 de Agosto de 2011.
É uma ação estratégica das mulheres do campo e da floresta para conquistar visibilidade, reconhecimento social e político e cidadania plena.
A Marcha das Margaridas se consolidou na luta contra a fome, a pobreza e a violência sexista e sua agenda política de 2011 tem como lema desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade.
Coordenada pelo Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais composto pela Confederação Nacional de Trabalhadores na Agricultura – Contag, por 27 Federações – Fetag’s e mais de 4000 sindicatos, sua realização conta com ampla parceria.
Em 2011, as mulheres trabalhadoras rurais, mais uma vez, estarão nas ruas, em movimento, para protestar contra as desigualdades sociais; denunciar todas as formas de violência, exploração e dominação e avançar na construção da igualdade para as mulheres.
Junte-se a nós. Assuma o compromisso com a luta da Marcha das Margaridas de 201. Venha marchar por desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade para todas as mulheres.
Marcha das Margaridas
A maior mobilização de mulheres trabalhadoras rurais do campo e da floresta do Brasil tem esse nome, como uma forma de homenagear a trabalhadora rural e líder sindical Margarida Maria Alves.
Margarida Alves é um grande símbolo da luta das mulheres por terra, trabalho, igualdade, justiça e dignidade. Rompeu com padrões tradicionais de gênero ao ocupar por 12 anos a presidência do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Alagoa Grande, estado da Paraíba. À frente do sindicato fundou o Centro de Educação e Cultura do Trabalhador Rural. A sua trajetória sindical foi marcada pela luta contra a exploração, pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, contra o analfabetismo e pela reforma agrária. Margarida Alves foi brutalmente assassinada pelos usineiros da Paraíba em 12 de agosto de 1983.
A comissão Municipal de Mulheres Trabalhadoras Rurais de Felipe Guerra, ira mandar Quatro Mulheres para participar da Marcha das Margaridas que acontecerá em Brasília nos dias 16 e 17 de Agosto de 2011.
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