terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Inverno de 2012 será maior do que o de 2011 nos 3 primeiros meses.
O volume de chuva que cairá nos três primeiros meses de 2012 será igual ou maior que a registrada no mesmo período desse ano. A afirmação é da Emparn. O órgão ainda disse que de acordo com a previsão climática, o Estado do Rio Grande do Norte neste trimestre (JFM) apresentará uma condição dentro da normal a acima da média histórica. Com relação à temperatura do ar, a previsão é de normalidade sobre todo Estado.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
PROGRAMA COMPRA DIRETA!
O Programa compra direta é uma das ações do governo Federal em parceria como o Governo Estadual e Municipal que tem o objetivo de adquirir alimentos da agricultura familiar e doar as instituições sociais. Dessa forma incentiva o desenvolvimento da agricultura familiar e melhora a situação nutricional das pessoas que recebem este alimento.
O Programa é executado pela EMATER com o apoio logistico da Prefeitura Municipal.
No mês de dezembro em Apodi foram adiquiridos os seguintes produtos oriundos da agricultura familiar: mel de abelha em sachê, castanha de caju assada, banana, mamão, coentro, cebolinha, biscoito de mel, filé de tilápia, arroz vermelho, galinha caipira e jerimum.
Foram beneficiados 23 agricultores e 36 instituições incluindo as escolas do município e do estado, hospital, maternidade, creche, lar da criança e outros programas sociais.
O recuros utilizado soma o valor de 64.590,00 reais.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Resíduo da indústria salineira pode ser usado como adubo
O secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca, Betinho Rosado, reuniu-se semana passada com o reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), Josivan Barbosa, a fim de consultar instituição sobre a possibilidade do uso do resíduo da indústria salineira na produção de adubo e alimentação do rebanho bovino, caprino e ovino.
A adubação seria usada para grandes cultivos, como a fruticultura irrigada, e de ciclos curtos, como as lavoura de sequeiro (milho e feijão em época de chuva, por exemplo). O uso como alimentação seria alternativa em períodos de estiagem na proteção do rebanho.
A consulta do deputado resultou em reunião, agendada para hoje, na Ufersa, com especialistas da instituição em fertilidade de solo para fazer primeira amostragem, a fim de analisar os resíduos para verificar características de fertilidade de nutrientes.
Segundo o reitor da Ufersa, Josivan Barbosa, a extração de adubo da indústria salineira agregará valor à economia regional, já que a região é grande importadora de adubo. "Ademais, temos muita matéria-prima, já que 95% do sal brasileiro é produzido no RN", observa.
Segundo ele, a Ufersa vai abraçar essa ideia. "Foi o primeiro contato. Dispomos de um laboratório moderno na área de fertilidade e vamos dar prosseguimento à pesquisa em busca de mais uma inovação em favor da economia regional", assevera.
De acordo com o presidente do Comitê Executivo de Fitossanidade do Rio Grande do Norte, Francisco Cipriano de Paula Segundo, que participou da reunião de anteontem, a pesquisa interessa aos fruticultores como forma de economizar com um dos principais insumos da atividade, adubo, fortalecendo a produção e dando mais competitividade internacional, especialmente ao melão. O Mossoroense...
Postado por EMATER -FELIPE GUERRA
A adubação seria usada para grandes cultivos, como a fruticultura irrigada, e de ciclos curtos, como as lavoura de sequeiro (milho e feijão em época de chuva, por exemplo). O uso como alimentação seria alternativa em períodos de estiagem na proteção do rebanho.
A consulta do deputado resultou em reunião, agendada para hoje, na Ufersa, com especialistas da instituição em fertilidade de solo para fazer primeira amostragem, a fim de analisar os resíduos para verificar características de fertilidade de nutrientes.
Segundo o reitor da Ufersa, Josivan Barbosa, a extração de adubo da indústria salineira agregará valor à economia regional, já que a região é grande importadora de adubo. "Ademais, temos muita matéria-prima, já que 95% do sal brasileiro é produzido no RN", observa.
Segundo ele, a Ufersa vai abraçar essa ideia. "Foi o primeiro contato. Dispomos de um laboratório moderno na área de fertilidade e vamos dar prosseguimento à pesquisa em busca de mais uma inovação em favor da economia regional", assevera.
De acordo com o presidente do Comitê Executivo de Fitossanidade do Rio Grande do Norte, Francisco Cipriano de Paula Segundo, que participou da reunião de anteontem, a pesquisa interessa aos fruticultores como forma de economizar com um dos principais insumos da atividade, adubo, fortalecendo a produção e dando mais competitividade internacional, especialmente ao melão. O Mossoroense...
Postado por EMATER -FELIPE GUERRA
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Agricultores familiares vão plantar mamona para produção de biodiesel
Cultivo da mamona vai gerar ocupação e renda
Extensionistas rurais da Emater-RN na Região Oeste do estado serão capacitados para orientar agricultores familiares a desenvolver o cultivo da mamona. O treinamento acontecerá entre os dias 19 e 23 de dezembro no Centro de Treinamento da instituição (Centern), no município de São José de Mipibu.
O curso é a fase inicial do projeto que prevê o cultivo da oleaginosa a ser utilizada na produção de biodiesel. A compra da produção será garantida pela Petrobras, mediante convênio assinado com a Emater-RN, vinculada à Secretaria da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape). .
A programação consta de aulas teóricas e práticas sob a responsabilidade de extensionistas rurais da Emater-RN, técnicos da Embrapa e Emparn, além de facilitadores da Petrobras. Entre outros temas da capacitação, constam: "Aspectos gerais sobre a cultura da mamona", "Manejo e controle de pragas e doenças" e "Pós-colheita da mamona".
O treinamento será destinado a 20 extensionistas rurais da Emater-RN. Eles atuarão em 13 municípios das áreas de abrangência dos escritórios regionais de Pau dos Ferros e Umarizal. Cerca de 300 agricultores daquelas localidades serão mobilizados, com a meta de plantarem no mínimo dois hectares em suas propriedades e áreas já zoneadas, como preveem o projeto e o convênio mantido entre as partes.
Nessa parceria com a Petrobras, a participação da Emater-RN está voltada para a assistência técnica e extensão rural. Para isso, os extensionista rurais da instituição, responsáveis por esse trabalho, vão acompanhar e orientar os agricultores em todos os momentos da cadeia produtiva da mamona, desde a preparação do solo, o plantio, até a colheita e a comercialização.
Postado por EMATER -FELIPE GUERRA
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
1 Milhão de Cisternas
Decisão do MDS pode levar ao fim o Programa Um Milhão de Cisternas
Após oito anos de parceria com o Governo Lula, a decisão do governo federal, expressa pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS), de não mais renovar os Termos de Parceria com a
Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), pode levar ao fim uma das ações mais consistentes de garantia de água para as famílias do meio rural semiárido: o Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) e o Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2). Sem dúvida o maior programa com apoio governamental de distribuição de água e cidadania, em uma região onde antes só existia fome, miséria e a indústria da seca.
O P1MC, premiado até pela Organização das Nações Unidas (ONU), gestado e executado pela ASA (rede de organizações da sociedade civil), já beneficiou diretamente mais de dois milhões de pessoas, em 1.076 municípios, a partir da construção de quase 372 mil cisternas de placas, envolvendo 12 mil pedreiros e pedreiras. Os resultados são tão expressivos que a construção de cisternas se configura como a
principal proposta do Programa Água para Todos.
A argumentação é que a partir de agora o governo federal vai priorizar a execução do Programa, que integra o Plano Brasil Sem Miséria, apenas via municípios e estados, excluindo a sociedade civil organizada. A sugestão dada pelo MDS é que a ASA negocie sua ação em cada um dos estados comtemplados.
Para além da parceria com estados e municípios, o governo também anuncia a compra de milhares de cisternas de plástico/PVC de empresas que começam a se instalar na região. Ou seja, o governo não apenas rompe com a ASA, mas amplia a estratégia de repasse de recursos públicos para as empresas privadas.
Consideramos isso um retrocesso, o que pode gerar um retorno claro e nítido a velhas práticas da indústria da seca, onde as famílias são colocadas novamente como reféns de políticos e empresas, tirando-lhes
o direito de construírem sua história. É também uma tentativa de anular a história de luta e mobilização no Semiárido, devido à incapacidade do próprio governo em atuar com as ONGs, sem separar o joio do trigo, e não ter, até hoje, construído um marco regulatório para o setor, uma das promessas de campanha da presidenta Dilma.
A autonomia da execução das suas ações e a transparência no uso dos recursos sempre foi base para esse trabalho. Vale salientar que a ASA foi considerada pelo ministro chefe da Controladoria Geral da União,
Jorge Hage Sobrinho, na abertura do Seminário Internacional sobre Marco Legal, e pelo secretário executivo do mesmo órgão, Luiz Navarro, em programa aberto de TV, um exemplo na gestão de recursos públicos.
As ações da ASA não são reconhecidas apenas no Brasil, que renderam uma dezena de prêmios, a exemplo do Prêmio Direitos Humanos - categoria Enfrentamento à Pobreza, promovido pelo próprio governo federal e entregue pelo então presidente Lula, no final do ano passado, mas também internacionalmente, como referência de gestão e inclusão social no campo do acesso à água e do direito à segurança alimentar e nutricional das famílias carentes do Semiárido (ONU).
Nesse contexto, a ASA avalia que o Estado precisa cumprir sua função na garantia dos direitos da população brasileira, inclusive, dando condições para que os entes federativos possam executar as políticas
localmente. No entanto, isso não pode significar a exclusão da sociedade civil organizada e o desprezo a sua capacidade de contribuição que tanto já serviu de modelo para atuais políticas públicas, em especial às de convivência com o Semiárido.
“A dor da morte é não acabar com o nordestino
A dor do nordestino é ter as pena exagerada”
(Guerra de Facão – Wilson Aragão)
A dor do nordestino é ter as pena exagerada”
(Guerra de Facão – Wilson Aragão)
Após oito anos de parceria com o Governo Lula, a decisão do governo federal, expressa pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS), de não mais renovar os Termos de Parceria com a
Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), pode levar ao fim uma das ações mais consistentes de garantia de água para as famílias do meio rural semiárido: o Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) e o Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2). Sem dúvida o maior programa com apoio governamental de distribuição de água e cidadania, em uma região onde antes só existia fome, miséria e a indústria da seca.
O P1MC, premiado até pela Organização das Nações Unidas (ONU), gestado e executado pela ASA (rede de organizações da sociedade civil), já beneficiou diretamente mais de dois milhões de pessoas, em 1.076 municípios, a partir da construção de quase 372 mil cisternas de placas, envolvendo 12 mil pedreiros e pedreiras. Os resultados são tão expressivos que a construção de cisternas se configura como a
principal proposta do Programa Água para Todos.
A argumentação é que a partir de agora o governo federal vai priorizar a execução do Programa, que integra o Plano Brasil Sem Miséria, apenas via municípios e estados, excluindo a sociedade civil organizada. A sugestão dada pelo MDS é que a ASA negocie sua ação em cada um dos estados comtemplados.
Para além da parceria com estados e municípios, o governo também anuncia a compra de milhares de cisternas de plástico/PVC de empresas que começam a se instalar na região. Ou seja, o governo não apenas rompe com a ASA, mas amplia a estratégia de repasse de recursos públicos para as empresas privadas.
Consideramos isso um retrocesso, o que pode gerar um retorno claro e nítido a velhas práticas da indústria da seca, onde as famílias são colocadas novamente como reféns de políticos e empresas, tirando-lhes
o direito de construírem sua história. É também uma tentativa de anular a história de luta e mobilização no Semiárido, devido à incapacidade do próprio governo em atuar com as ONGs, sem separar o joio do trigo, e não ter, até hoje, construído um marco regulatório para o setor, uma das promessas de campanha da presidenta Dilma.
A autonomia da execução das suas ações e a transparência no uso dos recursos sempre foi base para esse trabalho. Vale salientar que a ASA foi considerada pelo ministro chefe da Controladoria Geral da União,
Jorge Hage Sobrinho, na abertura do Seminário Internacional sobre Marco Legal, e pelo secretário executivo do mesmo órgão, Luiz Navarro, em programa aberto de TV, um exemplo na gestão de recursos públicos.
As ações da ASA não são reconhecidas apenas no Brasil, que renderam uma dezena de prêmios, a exemplo do Prêmio Direitos Humanos - categoria Enfrentamento à Pobreza, promovido pelo próprio governo federal e entregue pelo então presidente Lula, no final do ano passado, mas também internacionalmente, como referência de gestão e inclusão social no campo do acesso à água e do direito à segurança alimentar e nutricional das famílias carentes do Semiárido (ONU).
Nesse contexto, a ASA avalia que o Estado precisa cumprir sua função na garantia dos direitos da população brasileira, inclusive, dando condições para que os entes federativos possam executar as políticas
localmente. No entanto, isso não pode significar a exclusão da sociedade civil organizada e o desprezo a sua capacidade de contribuição que tanto já serviu de modelo para atuais políticas públicas, em especial às de convivência com o Semiárido.
Postado: Internet
Presidente Dilma Rousseff celebra aniversário de 64 anos junto com a família
A presidente Dilma Rousseff completa nesta quarta (14) 64 anos e vai passar o dia com a família em Porto Alegre. Ela terá a companhia da filha Paula, do neto Gabriel, de 1 ano, do ex-marido, Carlos Araújo, além de alguns amigos. Quando perguntada sobre a comemoração da data especial, respondeu aos jornalistas: “sou refratária a festa. Prefiro ficar quieta”. otempoonline
Postado: Felipe Guerra News
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