quinta-feira, 28 de junho de 2012

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O EXAME DE SELEÇÃO FETARN/EAJ 2012.2


 


De 26 de junho a 20 de julho de 2012 a FETARN e a Escola Agrícola de Jundiaí - EAJ estarão com inscrições abertas para o exame de seleção 2012.2, com 50 vagas para o Curso Técnico em Agropecuária e 30 vagas para o Curso Técnico em Agroindústria.
Os critérios para a seleção são: Ensino Médio Completo; Ser Jovem Trabalhador (a) Rural; Ser Sócio (a) e ter boa relação com o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais; Ter participado de alguma atividade sobre desenvolvimento rural; Ter capacidade de articulação; Aptidão para trabalhar com agricultura familiar e Concordar com as normas da Escola Agrícola de Jundiaí/EAJ.
As inscrições custam R$ 20,00 (vinte reais) que serão feitas através de depósito identificado, após o pagamento os (as) candidatos (as) devem encaminhar para a FETARN a seguinte documentação: Cópia do RG e CPF; Carteira de Sócio (a) do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais e Comprovante de Pagamento da Inscrição. As provas são de matemática, português (nível fundamental) e redação, serão realizadas no dia 29 de julho na sede da FETARN as 08:00 horas. 
 
O Convênio FETARN/EAJ

Desde 2001 a FETARN em parceria com a Escola Agrícola de Jundiaí vem formando jovens trabalhadores (as) rurais de todo o Rio Grande do Norte, na perspectiva de desenvolver uma assistência técnica voltada para a agricultura familiar. Já se formaram por este convênio, em média, 500 jovens no Curso Técnico em Agropecuária, que são inseridos no mercado de trabalho e ocupam cargos em diversas organizações e instituições.
Fetarn.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Projetos apresentados na Rio+20 podem aumentar os investimentos na caatinga

Diversos projetos ambientais foram apresentados na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, denominada Rio+20. Entre os projetos que foram mostrados e que deverão influenciar na vida de muitos mossoroenses está um documentário sobre a caatinga.  
Segundo Ramiro Camacho, professor Doutor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e um dos criadores do documentário, o material entregue e exibido na Rio+20 poderá trazer novos investimentos para a região do semiárido nordestino. 
Ele explica que os novos investimentos serão principalmente para a recuperação e preservação da caatinga. Além da verba para preservar a fauna e a flora, parte do dinheiro também deve ser investido em projetos e programas socioambientais, ou seja, aqueles que visam a ajudar pessoas que dependem do meio ambiente para sobreviver. 
“Manifestamos na Rio+20 que temos a necessidade urgente de cuidar do nosso meio ambiente. A minha parte no projeto é mais sobre a recuperação e preservação da caatinga, no entanto, existem outros autores e outros projetos que focaram mais o lado socioambiental. Acredito que novas políticas e investimentos serão traçados para nossa região e no próximo ano já teremos alguma melhora”, comenta o professor Ramiro. 
Para quem mora na zona rural e depende do meio ambiente para tirar o sustento dele e da família, os projetos do Governo não podem demorar. Há 60 anos trabalhando na lavoura, Antônio de Medeiros, conhecido popularmente como Antônio Mossoró, conta que este ano foi de grande prejuízo para quem trabalha e depende da agricultura. 
“Essa foi a pior seca que vi desde 1958. Tudo que a gente plantou se perdeu. Tivemos prejuízos com o milho, feijão e a mamona. Este ano não dá para tirar nem o alimento da gente e nem os dos bichos. O restinho do alimento que a gente tem vai dando ao animal, mas daqui a pouco ele acaba”, afirma o experiente agricultor. 
Para Antônio Mossoró, uma das formas de amenizar os prejuízos da seca é o Governo Estadual diminuir o valor cobrado pela energia elétrica. Ele revela que, se a energia fosse mais barata, os agricultores conseguirem plantar e colher sem ter muito prejuízo, pois poderiam regar a plantação e substituir as chuvas. 
“Se for ligar as bombas para aguar toda a plantação de milho, feijão e mamona, a conta de energia vai dar de R$ 800,00 a R$ 1.000,00. Este preço de energia não compensa para o produtor. Fica muito caro”, dispara. 
O agricultor avisa que o ideal seria que a conta de energia viesse em, no máximo, R$ 300,00. Caso o valor fosse esse, ele garante que irrigar a plantação e garantir a colheita dos alimentos seria algo compensador. “Se a conta fosse menor dava para plantar e poder colher alimento para a gente e para os animais. Se o Governo quer ajudar os agricultores da zona rural devem diminuir o preço da energia”, declara. 
Jornal Gazeta do Oeste.

sábado, 23 de junho de 2012

ANIVERSARIANTE DO DIA

 
Antonio de Souza e Silva, Presidente do STTR

“Parabéns por esse dia tão especial, muita alegria, paz e harmonia. Que todos os seus desejos se realizem, pois você merece. Feliz aniversário!” São os votos de toda Diretoria do STTR de Felipe Guerra/Rn

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Dilma cobra financiamento do desenvolvimento sustentável

Rio de Janeiro – A presidenta da República, Dilma Rousseff, usou seu discurso, na cerimônia de abertura da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), para mandar um recado aos países desenvolvidos que se posicionam contra a criação de um fundo para financiar o desenvolvimento sustentável nas nações mais pobres. Segundo ela, as promessas de financiamento não se materializaram nos “níveis necessários”.

“A transferência das indústrias mais poluentes, do Norte para o Sul do mundo, colocou as economias desenvolvidas no rumo de uma produção tida como mais limpa. Mas deixou pesada a carga e a conta socioambiental para os países em desenvolvimento. A promessa de financiamento do mundo desenvolvido para o mundo em desenvolvimento com vistas à adaptação e à mitigação ainda não se materializou nos níveis prometidos e necessários”, disse a presidenta.


Dilma também lembrou que o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, em que os países ricos teriam mais responsabilidade que os pobres na promoção do desenvolvimento sustentável, “tem sido, muitas vezes, recusado, na prática”.


Em seu discurso, a presidenta também disse que os compromissos de redução das emissões de gases poluentes, previstos pelo Protocolo de Quioto, não foram atingidos, e que várias conquistas da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio92), permanecem no papel. “Temos a responsabilidade de agir para mudar esse quadro”.


Segundo ela, nesse cenário de crise econômica mundial, a tentação de manter os interesses nacionais acima dos temas globais é forte. “A disposição política para acordos vinculantes fica muito fragilizada. Não podemos deixar isso acontecer”, observou.


A presidenta disse ainda que o modelo de desenvolvimento do Brasil, que avança no sentido da sustentabilidade, autoriza o país a demandar mais contribuição dos países desenvolvidos. Na sua avaliação, o documento final da Rio+20 trouxe avanços, entre eles a introdução da erradicação da pobreza como desafio global, o pioneirismo de falar de igualdade racial, a criação do Fórum de Alto Nível global para tratar do desenvolvimento sustentável, o fortalecimento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e o reconhecimento de que o Produto Interno Bruto (PIB) é insuficiente para medir a riqueza dos países.
Jornal de Fato.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Seca provoca desabastecimento no Programa Leite Potiguar

A seca no Rio Grande do Norte, que já atinge seriamente mais de 139 municípios, compromete a produção de leite do estado e o abastecimento do Programa Leite Potiguar, que tem uma demanda diária de aquisição e distribuição de 155 mil litros por dia, sendo 145 mil de leite de gado e 10 mil de leite de cabra. A estiagem já provocou uma redução no abastecimento em torno de 30%, que corresponde a aproximadamente 50 mil litros diários.

Em algumas regiões, a escassez do produto compromete sua oferta para o Programa, como nas regiões do Seridó e da área metropolitana de Natal, uma vez que os produtores contam com mais opções para comercialização do produto. É o caso do Seridó, onde o produto escasso, é direcionado para venda às queijeiras.

De acordo com Ronaldo Cruz, diretor geral do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (Emater-RN), as medidas governamentais para minimizar a escassez do produto vêm sendo tomadas.

"O preço do leite de cabra foi ampliado para R$ 1,50. Já o leite da vaca saiu de R$ 0,80 para R$ 0,83. Isso para atenuar o comprometimento da produção da bacia leiteira. Não descartamos a ampliação deste valor para assegurar ao beneficiário do programa que este receba o leite diariamente", explicou Ronaldo Cruz.
Tribuna do Norte.

 

    terça-feira, 19 de junho de 2012

    Sebrae faz doação de quatro toneladas de frutas expostas na Expofruit ao programa Mesa Brasil

    O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte (Sebrae/RN) doou as frutas expostas na 16ª Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (Expofruit), terminada sexta-feira (15), para o projeto Mesa Brasil, do Serviço Social do Comércio (Sesc). As frutas correspondem a cerca de quatro toneladas de alimento e foram expostas na Expofruit Espaço Sebrae.
    A doação, constituída principalmente por melão, mamão, banana e coco, beneficiará o abrigo Amantino Câmara, Associação de Portadores de Câncer de Mossoró e Região, Grupo GAV+ e Associação dos Renais Crônicos, entidades atendidas pelo Projeto Mesa Brasil, que é uma iniciativa de segurança alimentar e nutricional consistindo na captação de alimentos excedentes e distribuição a instituições sociais cadastradas.
    O diretor-técnico do Sebrae-RN, João Hélio Cavalcanti Júnior, diz que a iniciativa deve servir de exemplo para empresas que se enquadram no perfil de doador. "Esta parceria é muito positiva, pois só traz benefícios. Estamos dando um destino certo aos alimentos expostos e ao mesmo tempo levando alimentação de qualidade para quem necessita. Esse é um exemplo que merece ser seguido", pontua.
    Segundo ele, ações que estimulam a sustentabilidade serão marcas dos projetos desenvolvidos pelo Sebrae no Rio Grande do Norte ao longo dos próximos anos. Além de preservar o meio ambiente ao utilizar de forma racional os recursos naturais, também trazem benefícios diretos à população, como a doação dos alimentos ao Mesa Brasil.
    Para o gerente da Unidade do Sesc em Mossoró, Luiz França, a doação dos alimentos pelo Sebrae-RN representa um importante momento para o Mesa Brasil. "Logo que eu soube da notícia vim direto ao Expocenter para acertar os detalhes. Cada doação que recebemos é sempre muito benvinda e estamos felizes com este momento, que representa benefícios para tantas pessoas", avalia.
    Além do Projeto Mesa Brasil, o Sebrae também beneficiará a Associação Comunitária Reciclando para a Vida (Acrevo), para onde será doado material reciclável, banners de peças publicitárias, etc. 

    O Mossoroense.

    Negociadores chegam a documento final da Rio+20

     Depois de mais de 14 horas de negociações, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, anunciou às 2h30 de hoje (19) a conclusão do texto da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Ele sinalizou que foi refeito o último rascunho, finalizado no sábado (16), incluindo ajustes de "último minuto". Também indicou que haverá nova plenária nesta terça-feira, às 10h30, que ainda pode modificar o documento.
    A delegação do Brasil convocou uma plenária, às 2h20 da madrugada de hoje, que durou menos de dez minutos. Segundo Patriota, o texto finalizado será divulgado para as delegações dos 193 países a partir das 7h. Depois, ocorrerá uma plenária. Nela, qualquer delegação pode rejeitar propostas e se manifestar, discordando em relação a itens contidos no texto.
    Após a plenária da madrugada, o chanceler fez uma breve declaração à imprensa. "Temos um texto e fizemos o possível para incorporar o máximo, inclusive negociações e consultas de último minuto. Quero agradecer a todos pelo espírito de cooperação e liderança", disse ele.
    "Mantivemos o compromisso de concluir o exercício da noite de ontem [18] até hoje. O texto será tornado acessível até as 7h porque precisa de uma revisão técnica. Haverá uma plenária amanhã [19] às 10h30".
    Os negociadores disseram que no documento há de forma clara a recomendação para o fortalecimento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e indicações para que, no futuro, seja criado um órgão independente. Há ainda detalhes sobre a proteção das águas oceânicas e uma espécie de bloco destinado aos financiamentos, mas sem cifras exatas.
    No entanto, ficará para outro momento de negociações a proposta do Brasil e dos países em desenvolvimento para a criação de um fundo específico para o desenvolvimento sustentável. A ideia era criar o fundo com recursos iniciais de US$ 30 bilhões, mas que até 2018 alcançaria US$ 100 bilhões.
    Os representantes dos países ricos vetaram a proposta, alegando dificuldades econômicas internas. A União Europeia anunciou ontem à noite, por meio de declaração, que o ideal era levar as negociações para o nível de ministros, retirando o debate do âmbito de diplomatas e técnicos.
    Os negociadores se dividiram ontem, ao longo do dia, em quatro grandes grupos dedicados às questões sem acordo. Houve debates sobre as fontes de financiamentos para a implementação das metas fixadas, as definições referentes à regulamentação das águas oceânicas, o fortalecimento do Pnuma e o detalhamento relativo à economia verde.
    Em relação ao Pnuma, foram feitas duas alterações, incluindo o fortalecimento do programa e a possibilidade de ele ser ampliado e se tornar, no futuro, um organismo autônomo. A delegação brasileira defendia a criação imediata de um órgão independente incorporando o Pnuma, nos moldes da Organização Mundial da Saúde (OMS).
    O capítulos destinado aos meios de implementação, que se referem aos mecanismos de financiamentos, devem mencionar citações diretas sobre fontes múltiplas (privadas, públicas e organismos internacionais). Mas, ao que tudo indica, segundo os negociadores, não haverá menções diretas sobre as cifras específicas.
    Fonte: Agência Brasil