As 36.136 famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família no estado
do Rio Grande do Norte que estão há mais de dois anos sem atualizar
dados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal devem
passar pela revisão cadastral até o fim deste ano.
Elas representam
10,1% das 357.890 que receberam recursos, em julho, do programa de
transferência de renda coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento
Social e Combate à Fome (MDS).
Os beneficiários têm até 13 de
dezembro para apresentar, aos gestores municipais do programa, os
documentos de identificação pessoal do Responsável Familiar e demais
pessoas da família, bem como comprovante de residência e conta de
energia elétrica, entre outros, que ajudem na qualificação da coleta de
informações.
O diretor de Departamento de Benefícios do MDS, Walter
Emura, explica que, caso os dados não sejam atualizados, o benefício
poderá ser bloqueado. Os beneficiários não devem deixar para fornecer os
dados na última hora. A partir de janeiro de 2014, se a família não
atualizar o cadastro, ocorre o bloqueio. E o benefício poderá ser
cancelado, se a situação persistir.
Beneficiários receberam comunicado no mês de julho
As famílias que devem passar pela revisão cadastral já foram
comunicadas por meio de mensagens nos extratos de recebimento do
benefício no mês de julho, alertando sobre a necessidade de procurar o
órgão local responsável pelo programa.
Além disso, os beneficiários também receberão, em agosto e setembro, correspondências em casa sobre o mesmo assunto.
As informações familiares a serem atualizadas são: endereço, renda,
documentação, composição familiar e sobre as escolas das crianças e
adolescentes. A partir deste ano, os gestores municipais também irão
registrar, caso o responsável familiar possua o número do telefone
celular. Essa informação pode ser importante em caso de necessidade de
contato direto e rápido com as famílias.
Os gestores municipais podem
acessar a lista de beneficiários que deverão passar pela revisão
cadastral por meio do Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família
(SIGPBF). Uma instrução operacional também foi publicada para orientar
os municípios como planejar e realizar a atualização cadastral.
Fonte: O Mossoroense
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Laboratório itinerante previne doenças em caprinos e ovinos
Referência na caprinovinocultura do Rio
Grande do Norte, a Região Oeste concentra mais de 50% do rebanho de
caprinos e 40% dos ovinos existentes no Estado.
Para garantir a qualidade e saúde do rebanho potiguar o Sebrae no Rio Grande do Norte promove, durante a edição 2013 da Festa do Bode, disponibiliza plantão de atendimento com oferta de diversos serviços voltados à orientação dos criadores de caprinos e ovinos.
O evento tem início nesta quinta-feira (8) e segue até o próximo domingo (11), no Centro de Comercialização de Animais Armando Buá, em Mossoró-RN.
Numa estrutura dotada de equipamentos laboratoriais específicos, denominada de ‘Bode Móvel’, serão realizados diversos exames, a exemplo do OPG – Contagem de ovos por gramas de fezes - capaz de detectar a presença de doenças nos animais, tais como verminoses e emerioses.
Apesar de comuns aos rebanhos, a falta do diagnóstico precoce destas doenças pode causar a morte dos animais. As verminoses e emerioses prejudicam diretamente a produção leiteira e de carne.
No local também serão feitas ultrassonografia, orientação no processo de escolha de animais durante a comercialização, assim como dicas de melhoramento genético do rebanho.
(Agência Sebrae de notícias)
Para garantir a qualidade e saúde do rebanho potiguar o Sebrae no Rio Grande do Norte promove, durante a edição 2013 da Festa do Bode, disponibiliza plantão de atendimento com oferta de diversos serviços voltados à orientação dos criadores de caprinos e ovinos.
O evento tem início nesta quinta-feira (8) e segue até o próximo domingo (11), no Centro de Comercialização de Animais Armando Buá, em Mossoró-RN.
Numa estrutura dotada de equipamentos laboratoriais específicos, denominada de ‘Bode Móvel’, serão realizados diversos exames, a exemplo do OPG – Contagem de ovos por gramas de fezes - capaz de detectar a presença de doenças nos animais, tais como verminoses e emerioses.
Apesar de comuns aos rebanhos, a falta do diagnóstico precoce destas doenças pode causar a morte dos animais. As verminoses e emerioses prejudicam diretamente a produção leiteira e de carne.
No local também serão feitas ultrassonografia, orientação no processo de escolha de animais durante a comercialização, assim como dicas de melhoramento genético do rebanho.
(Agência Sebrae de notícias)
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Agricultores não têm o que comemorar
Neste domingo, 28 de julho, é comemorado o Dia do Agricultor. Este
ano, no entanto, o homem do campo não tem muito o que festejar. Após um
período de estiagem, eles vivenciaram a chamada ‘seca verde’, quando há
registro de chuvas, mas as mesmas não são suficientes para uma boa
safra, como explica o presidente do Sindicato da Lavoura, Francisco
Gomes.
Segundo ele, a situação vivenciada por muitos agricultores é de perda da safra. Em Mossoró, chegou a haver fortes precipitações pluviométricas concentradas até em um só dia, não se pode dizer que foi seco e a média de chuvas até foi boa, mas a distribuição irregular não favoreceu o homem do campo, como lembra Francisco Gomes.
Ele comenta que houve trabalhadores rurais que perderam até três plantios e que, dificilmente, será encontrada uma área de plantio com boa safra.
Francisco Gomes explica que os trabalhadores rurais que sobrevivem da agricultura familiar costumam trabalhar na roça de janeiro a maio ou junho, quando o ano tem um bom período chuvoso, colhendo o fruto do trabalho até o mês de agosto. Porém, quando acontece o que ocorreu este ano, eles ficam sem ter com o que trabalhar no segundo semestre do ano.
O auxílio com o qual a categoria conta é o Garantia Safra. Mesmo assim, a burocracia é grande e o benefício não contempla a todos. De acordo com Francisco Gomes, dos, aproximadamente, 5.500 trabalhadores rurais chefes de família em Mossoró, apenas cerca de 2 mil recebeu o Garantia Safra. “E o resto?”, questiona o presidente do Sindicato da Lavoura.
Com tantos problemas, os agricultores não têm o que comemorar. “Tem não”, diz Francisco Gomes.
Outro problema que aflige o homem do campo é a falta de pagamento do ‘Compra Direta’. De acordo com o presidente do Sindicato da Lavoura, muitos agricultores venderam seus produtos ao Governo, mas, até agora, não receberam o pagamento.
Outra questão que preocupa os agricultores diz respeito ao abastecimento de água. Francisco Gomes afirma que, com as chuvas que caíram em Mossoró, muitas cisternas, realmente, ficaram cheias. Depois disso, através de visitas e constatação do volume dos reservatórios, o abastecimento por parte dos carros-pipas foi interrompido. Porém, como argumenta o presidente do Sindicato, há casas com cinco ou mais pessoas, onde o consumo já chegou a 50%, o que leva à necessidade de retomar o abastecimento.
Francisco Gomes informa que foi iniciada a construção de 704 cisternas, que contemplarão, entre outras, zonas rurais como Rancho da Caça, Serra Mossoró, Lagoa do Xavier, Comunidade Jucuri, região do Sítio Pau Branco, Sítio Jardim, Piquiri e Sussuarana. Ele estima que, aproximadamente, 150 a 200 dessas cisternas já tenham sido construídas, mas espera que, ao término da construção a Defesa Civil e o Município retomem o abastecimento das comunidades, contemplando as áreas onde estão sendo construídos os novos reservatórios e aumentando a frequência do abastecimento.
De acordo com Francisco Gomes, hoje Mossoró possui 133 comunidades rurais. Algumas delas são abastecidas por adutoras ou dessalinizadores. São, segundo ele, 54 dessalinizadores e há perspectivas de que novos desses equipamentos cheguem ao Município.
O Sindicato tem pedido ao governo que invista em projetos sustentáveis. De acordo com o sindicalista, às vezes o agricultor tem sua plantação próxima ao rio, mas não tem recursos para montar uma infra-estrutura que leve água ao plantio. Uma boa alternativa, segundo Francisco Gomes, é a perfuração de poços nas comunidades rurais.
Fonte: Gazeta do Oeste
Segundo ele, a situação vivenciada por muitos agricultores é de perda da safra. Em Mossoró, chegou a haver fortes precipitações pluviométricas concentradas até em um só dia, não se pode dizer que foi seco e a média de chuvas até foi boa, mas a distribuição irregular não favoreceu o homem do campo, como lembra Francisco Gomes.
Ele comenta que houve trabalhadores rurais que perderam até três plantios e que, dificilmente, será encontrada uma área de plantio com boa safra.
Francisco Gomes explica que os trabalhadores rurais que sobrevivem da agricultura familiar costumam trabalhar na roça de janeiro a maio ou junho, quando o ano tem um bom período chuvoso, colhendo o fruto do trabalho até o mês de agosto. Porém, quando acontece o que ocorreu este ano, eles ficam sem ter com o que trabalhar no segundo semestre do ano.
O auxílio com o qual a categoria conta é o Garantia Safra. Mesmo assim, a burocracia é grande e o benefício não contempla a todos. De acordo com Francisco Gomes, dos, aproximadamente, 5.500 trabalhadores rurais chefes de família em Mossoró, apenas cerca de 2 mil recebeu o Garantia Safra. “E o resto?”, questiona o presidente do Sindicato da Lavoura.
Com tantos problemas, os agricultores não têm o que comemorar. “Tem não”, diz Francisco Gomes.
Outro problema que aflige o homem do campo é a falta de pagamento do ‘Compra Direta’. De acordo com o presidente do Sindicato da Lavoura, muitos agricultores venderam seus produtos ao Governo, mas, até agora, não receberam o pagamento.
Outra questão que preocupa os agricultores diz respeito ao abastecimento de água. Francisco Gomes afirma que, com as chuvas que caíram em Mossoró, muitas cisternas, realmente, ficaram cheias. Depois disso, através de visitas e constatação do volume dos reservatórios, o abastecimento por parte dos carros-pipas foi interrompido. Porém, como argumenta o presidente do Sindicato, há casas com cinco ou mais pessoas, onde o consumo já chegou a 50%, o que leva à necessidade de retomar o abastecimento.
Francisco Gomes informa que foi iniciada a construção de 704 cisternas, que contemplarão, entre outras, zonas rurais como Rancho da Caça, Serra Mossoró, Lagoa do Xavier, Comunidade Jucuri, região do Sítio Pau Branco, Sítio Jardim, Piquiri e Sussuarana. Ele estima que, aproximadamente, 150 a 200 dessas cisternas já tenham sido construídas, mas espera que, ao término da construção a Defesa Civil e o Município retomem o abastecimento das comunidades, contemplando as áreas onde estão sendo construídos os novos reservatórios e aumentando a frequência do abastecimento.
De acordo com Francisco Gomes, hoje Mossoró possui 133 comunidades rurais. Algumas delas são abastecidas por adutoras ou dessalinizadores. São, segundo ele, 54 dessalinizadores e há perspectivas de que novos desses equipamentos cheguem ao Município.
O Sindicato tem pedido ao governo que invista em projetos sustentáveis. De acordo com o sindicalista, às vezes o agricultor tem sua plantação próxima ao rio, mas não tem recursos para montar uma infra-estrutura que leve água ao plantio. Uma boa alternativa, segundo Francisco Gomes, é a perfuração de poços nas comunidades rurais.
Fonte: Gazeta do Oeste
Nova praga gera prejuízo de ao menos R$ 2 bi ao país
Brasília - A identificação de uma nova espécie de praga nas lavouras de
milho no Brasil mobilizou um grupo de pesquisadores da Embrapa (Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária) a criarem ações emergenciais para
controle da Helicoverpa armigera, muito próxima de uma espécie mais
comum e já conhecida pela maioria dos agricultores, a lagarta-da-espiga,
ou Helicoverpa zea. A Helicoverpa armigera surgiu nesta safra de 2013 e
já causou prejuízos superiores a R$ 2 bilhões, principalmente em
lavouras de soja e algodão. A praga também atinge o milho.
Não se sabe ao certo como ela entrou no Brasil. A hipótese mais provável é que tenha sido em flores ou plantas ornamentais. Mas o fato é que a praga agora está no país e pode causar danos a mais de 30 culturas, incluindo: soja, laranja, algodão, quiabo, cebola, melão, morango, batata doce, alface, tomate, maçã, feijão, batata e milho, entre outras, segundo a Embrapa. As ocorrências de maior severidade, até agora, foram registradas no Oeste da Bahia, causando perdas elevadas na produtividade, mesmo com a aplicação de inseticidas químicos.
Na cultura do milho, a Helicoverpa armigera geralmente põe os ovos sobre o “cabelo” da espiga
Segundo o pesquisador Ivan Cruz, do Núcleo de Pesquisa em Fitossanidade da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG), as diferenças entre essa espécie e a lagarta-da-espiga são muito sutis. “Não são facilmente separadas visualmente. As diferenças estão na genitália das duas espécies”, diz. De acordo com ele, a Helicoverpa armigera é muito severa em países da Ásia, África e Austrália e tem como hospedeiros as seguintes culturas: milho, soja, algodão, sorgo granífero, painço, girassol, cereais de inverno (trigo, aveia, cevada e triticale), linhaça, grão-de-bico, feijão e culturas hortícolas, como cerejas, tomate, pepino e frutas cítricas.
Resistência
Cruz reforça que o que torna a praga importante e severa é o fato de possuir alta mobilidade, polifagia e alta taxa de reprodução. “Um problema agravante ao manejo da praga tem sido também o desenvolvimento da resistência aos inseticidas, fato já documentado na literatura, especialmente em relação a piretroides sintéticos, embora já haja registro de resistência a outros grupos de compostos, como carbamatos e organofosforados”, explica o pesquisador.
Os ovos da Helicoverpa armigera são geralmente postos sobre o “cabelo” do milho, assim como a espécie H. zea. “Ao eclodir, as larvas consomem os grãos em desenvolvimento e, além desse dano direto, são comuns as infecções bacterianas secundárias”, alerta Cruz. De acordo com o pesquisador, as larvas também podem se alimentar das folhas do cartucho, das folhas mais desenvolvidas na planta e do pendão.
Uma das características que tornam essa lagarta ainda mais severa é seu ciclo de vida, que é em torno de um mês, o que permite a existência de várias gerações anuais e contínuas, especialmente nas áreas mais quentes.
Pesquisadores apostam no controle biológico
Segundo o pesquisador Fernando Hercos Valicente, do Núcleo de Biologia Aplicada da Embrapa Milho e Sorgo, estão sendo identificados genes promissores de Bt (Bacillus thuringiensis) que possam ter eficiência comprovada contra a Helicoverpa armigera. “Estamos iniciando os testes e podemos ter algum sucesso no controle da praga”, antecipa. Segundo ele, a próxima etapa é a multiplicação dos agentes por biofábricas, primeiro em escala piloto, fase que deve ser feita por atores que tenham interesse na tecnologia desenvolvida pela Embrapa.
Ivan Cruz reforça que o principal agente de controle biológico, para liberação em nível de campo, para o controle de ovos de diversas espécies de Lepidoptera são as vespinhas do grupo Trichogramma, um inseto diminuto, porém com alta eficiência no controle das pragas.
“A liberação desse agente de controle biológico deve estar associada com armadilha contendo feromônio sexual que, ao ser utilizado no campo, serve para detectar a chegada da mariposa na área-alvo e indicar a época de liberação. A armadilha, bem como o feromônio sexual, já está disponível no mercado internacional”, explica o pesquisador.
Controle
O pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo destaca que o correto manejo das pragas de milho deve considerar necessariamente a possibilidade de liberação do Trichogramma, tanto para o controle da lagarta-do-cartucho como para o controle do complexo de Helicoverpa (zea e armigera).
“O alto índice de parasitismo natural de ovos da lagarta-da-espiga indica a adaptação da espécie ao agroecossistema milho e a real possibilidade de uso também para o controle da nova espécie, H. armigera”, relata.
Tribuna do Norte
Não se sabe ao certo como ela entrou no Brasil. A hipótese mais provável é que tenha sido em flores ou plantas ornamentais. Mas o fato é que a praga agora está no país e pode causar danos a mais de 30 culturas, incluindo: soja, laranja, algodão, quiabo, cebola, melão, morango, batata doce, alface, tomate, maçã, feijão, batata e milho, entre outras, segundo a Embrapa. As ocorrências de maior severidade, até agora, foram registradas no Oeste da Bahia, causando perdas elevadas na produtividade, mesmo com a aplicação de inseticidas químicos.
Na cultura do milho, a Helicoverpa armigera geralmente põe os ovos sobre o “cabelo” da espiga
Segundo o pesquisador Ivan Cruz, do Núcleo de Pesquisa em Fitossanidade da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG), as diferenças entre essa espécie e a lagarta-da-espiga são muito sutis. “Não são facilmente separadas visualmente. As diferenças estão na genitália das duas espécies”, diz. De acordo com ele, a Helicoverpa armigera é muito severa em países da Ásia, África e Austrália e tem como hospedeiros as seguintes culturas: milho, soja, algodão, sorgo granífero, painço, girassol, cereais de inverno (trigo, aveia, cevada e triticale), linhaça, grão-de-bico, feijão e culturas hortícolas, como cerejas, tomate, pepino e frutas cítricas.
Resistência
Cruz reforça que o que torna a praga importante e severa é o fato de possuir alta mobilidade, polifagia e alta taxa de reprodução. “Um problema agravante ao manejo da praga tem sido também o desenvolvimento da resistência aos inseticidas, fato já documentado na literatura, especialmente em relação a piretroides sintéticos, embora já haja registro de resistência a outros grupos de compostos, como carbamatos e organofosforados”, explica o pesquisador.
Os ovos da Helicoverpa armigera são geralmente postos sobre o “cabelo” do milho, assim como a espécie H. zea. “Ao eclodir, as larvas consomem os grãos em desenvolvimento e, além desse dano direto, são comuns as infecções bacterianas secundárias”, alerta Cruz. De acordo com o pesquisador, as larvas também podem se alimentar das folhas do cartucho, das folhas mais desenvolvidas na planta e do pendão.
Uma das características que tornam essa lagarta ainda mais severa é seu ciclo de vida, que é em torno de um mês, o que permite a existência de várias gerações anuais e contínuas, especialmente nas áreas mais quentes.
Pesquisadores apostam no controle biológico
Segundo o pesquisador Fernando Hercos Valicente, do Núcleo de Biologia Aplicada da Embrapa Milho e Sorgo, estão sendo identificados genes promissores de Bt (Bacillus thuringiensis) que possam ter eficiência comprovada contra a Helicoverpa armigera. “Estamos iniciando os testes e podemos ter algum sucesso no controle da praga”, antecipa. Segundo ele, a próxima etapa é a multiplicação dos agentes por biofábricas, primeiro em escala piloto, fase que deve ser feita por atores que tenham interesse na tecnologia desenvolvida pela Embrapa.
Ivan Cruz reforça que o principal agente de controle biológico, para liberação em nível de campo, para o controle de ovos de diversas espécies de Lepidoptera são as vespinhas do grupo Trichogramma, um inseto diminuto, porém com alta eficiência no controle das pragas.
“A liberação desse agente de controle biológico deve estar associada com armadilha contendo feromônio sexual que, ao ser utilizado no campo, serve para detectar a chegada da mariposa na área-alvo e indicar a época de liberação. A armadilha, bem como o feromônio sexual, já está disponível no mercado internacional”, explica o pesquisador.
Controle
O pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo destaca que o correto manejo das pragas de milho deve considerar necessariamente a possibilidade de liberação do Trichogramma, tanto para o controle da lagarta-do-cartucho como para o controle do complexo de Helicoverpa (zea e armigera).
“O alto índice de parasitismo natural de ovos da lagarta-da-espiga indica a adaptação da espécie ao agroecossistema milho e a real possibilidade de uso também para o controle da nova espécie, H. armigera”, relata.
Tribuna do Norte
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Entidades e Associações Apodienses promoverão reunião sobre a cadeia produtiva do arroz vermelho
Cumprindo sua missão de
desenvolvimento do vale do Apodi e preocupada com atual safra do arroz
vermelho 2013, onde o vale é o maior produtor do estado e o segundo do
país, gerando ocupações para mais de 500 famílias, cultivado numa área
de 700 hectares com duas safras ao ano, a FUNDEVAP, provocou uma reunião
com as associações ligadas à cadeia produtiva do arroz vermelho no
município.Participaram da reunião José Junior da - APAVA, Aldivan
Fernandes - COOPAVA, João Batista-Associação do Sítio Reforma, Francisco
Jorge - Associação de Baixa Fechada e seu Tonho diretor financeiro da
FUNDEVAP.
O objetivo da reunião
foi discutir sobre os projetos de doação simultânea/formação de estoque
em parceria com a CONAB, para escoar parte da produção, assim garantindo
menos oferta de arroz no mercado, para manter um preço justo ao
produtor, durante a discussão ficou decidido que a FUNDEVAP articularia
uma audiência com o superintendente da CONAB no estado o Sr. João Maria
Lúcio da Silva.
O foco principal da
audiência foi o valor do Kg do arroz vermelho, pago pela CONAB deste de
2008, no programa de aquisição de alimento na modalidade Doação
Simultânea/formação de estoque- PAA.Segundo relatos do presidente de
entidades ligadas a produção de arroz, o preço praticado pela CONAB não
cobre mais os custos de produção, precisando assim, urgentemente de uma
medida que venha favorecer os produtores, para que essa cadeia produtiva
não entre em extinção.
Fonte: Radio Vale do Apodi.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Reunião do Agro Amigo
Na Sexta-feira dia 19/07/2013 no Sitio brejo ouve uma Reunião para o esclarecimento como funciona o Agro Amigo; o assessor de Microcrédito Rural, Jose Arimateia Costa, falou a importância de aplicar o seu financiamento corretamente, na oportunidade o presidente do STTR, Antonio de Souza(Zico), falou a importância de esta com suas contribuições em dia.
terça-feira, 2 de julho de 2013
Conquista do STTR de Felipe Guerra
Antes 'Sede própria desde: 09/09/2009'
Em construção
Hoje esta assim, a custa de muita luta, com recursos próprios e vamos a luta juntamente com todas as comissões do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Felipe Guerra - RN
'Sede própria desde: 09/09/2009.
Em construção
Hoje esta assim, a custa de muita luta, com recursos próprios e vamos a luta juntamente com todas as comissões do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Felipe Guerra - RN
'Sede própria desde: 09/09/2009.
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